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Biblioteca

Autores: Viktoria Klara Lakatos Osorio

Revisores: Marina Mayumi Yamashita

Editores Associados: Leila Cardoso Teruya

Em 1965, foi criada a Biblioteca do Conjunto das Químicas da USP pela reunião dos acervos bibliográficos da Faculdade de Farmácia e Bioquímica (FFB), que em 1970 passaria a se chamar Faculdade de Ciências Farmacêuticas, e do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL). Com a implantação da Reforma Universitária, em 1970, e a consequente criação dos Institutos Básicos, incorporaram-se à Biblioteca os acervos dos antigos departamentos e cadeiras de Química e Bioquímica da Escola Politécnica e das Faculdades de Medicina, de Odontologia e de Medicina Veterinária da USP, que juntamente com os congêneres das citadas FFB e FFCL constituíram o Instituto de Química. A Biblioteca desempenhou um papel fundamental para a integração desses setores e o desenvolvimento do Instituto. Foi originalmente instalada na ala voltada para o nordeste, no Bloco 06 térreo do Conjunto das Químicas, sob a responsabilidade da bibliotecária-chefe Fernanda I. Piochi, que exercia essa função na FFB. O corpo de funcionários ficou constituído por pessoal especializado oriundo da FFB e da FFCL e posteriormente da Faculdade de Ciências Farmacêuticas e do Instituto de Química.

1966. Bloco 06 do Conjunto das Químicas, onde a Biblioteca funcionou de 1966 a 1991. (Arquitetura e Construção v.1 n.1 novembro 1966, p. 38. Fotógrafo Jack Tinguely)

 

Anos 1970. O setor de livros didáticos da Biblioteca do Conjunto das Químicas, no Bloco 06 térreo, vendo-se ao fundo as estantes com os periódicos. (Fotografia anexada a um processo de 1972 arquivado no Setor de Protocolo do Instituto de Química da USP)

À medida que a Biblioteca crescia e o espaço se tornava insuficiente, eram efetuadas ampliações e ela chegou a ocupar todo o bloco 06.

Planta do piso térreo do Bloco 06 do Conjunto das Químicas, mostrando as instalações da Biblioteca nos anos 1980. (Folheto de divulgação da Biblioteca do Conjunto das Químicas)

 

Mudanças de denominação e instalação em prédio próprio

A reforma administrativa ocorrida em 1985 alterou a denominação para Serviço de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas. No ano seguinte, o CNPq/PADCT (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico) conferiu-lhe o título de Biblioteca Principal de Química e Engenharia Química do país, em virtude do volume e qualidade de seu acervo, bem como dos serviços oferecidos à comunidade acadêmica e à comunidade em geral.

No período 1986-1990, graças ao auxílio financeiro especial do Banco Internacional de Desenvolvimento (BID), foi construído um prédio próprio para a Biblioteca. Em setembro de 1991, a transferência para o prédio novo, com área de 2.755 m2, possibilitou a implantação de uma organização moderna e racional, incluindo a informatização dos vários serviços.

2002. Serviço de consulta informatizada, no primeiro andar do prédio da Biblioteca. (Imagem cedida por Lucia Janeiro Ribeiro)

Após nova reforma administrativa, ocorrida em junho de 1992, o Serviço de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas reformulou seu organograma, unindo serviços e criando seções e passou a denominar-se Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas (DBDCQ).

O “Alquimista”, jornal eletrônico mensal do Instituto de Química, publicou na p. 4 de sua 13ª edição, de dezembro de 2005, a relação dos funcionários da Biblioteca na época, ilustrada com uma fotografia da equipe [link].

Em 2008, foram concluídas as obras de ampliação da Biblioteca, iniciadas em 15 de março de 2004, com a construção de um anexo, com área de 896 m2. Ele foi inaugurado oficialmente em 24 de novembro de 2009, em cerimônia noticiada na p. 6 da 61ª edição, de dezembro de 2009, do jornal “Alquimista” [link].

O acervo de livros ficou alojado no primeiro andar e as obras de referência no térreo. O local dispõe de salas de leitura, seis salas de estudo em grupo e doze microcomputadores para acesso a catálogos e bases de dados, proporcionando aos usuários maior espaço e recursos para a pesquisa. Com esta ampliação, a Biblioteca passou a ocupar uma área total de 3.473 m2. No mesmo ano, foi inaugurada a Sala do Café, onde ficava o setor de xerox, no prédio principal.

2009. Passarela que interliga o prédio principal da Biblioteca ao prédio anexo. (Créditos: Marina Mayumi Yamashita)

Em 03 de agosto de 2012, foi criada a Sala Multimídia, com capacidade para 64 pessoas e recursos de videoconferência, proporcionando à comunidade acadêmica um espaço para reuniões, palestras, aulas, cursos e outros eventos.

A Biblioteca dispõe de um acervo de obras raras e especiais sendo que algumas datam de meados do século XIX. Em 2013 foi aprovado um projeto submetido à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária para a adequação do espaço no segundo andar do prédio principal, para acomodar esse acervo, bem como as instalações do Centro de Memória do Instituto de Química e do Centro de Memória da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, que foram criados pelas respectivas unidades no segundo semestre de 2012.

Mais informações sobre a DBDCQ podem ser obtidas em sua página eletrônica [link].

Março 2013. Entrada do prédio da Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas, na Avenida Lineu Prestes, 950. (Créditos: Viktoria Klara Lakatos Osorio)

 

Referências

SENISE, P. Origem do Instituto de Química da USP: reminiscências e comentários. São Paulo: Instituto de Química da Universidade de São Paulo, 2006. 188p. Disponível em: [link]

TOMA, H.E.; VIERTLER, H.; MARZORATI, L.; COLLI, W., orgs. O Instituto de Química da Universidade de São Paulo: ensino, pesquisa e desenvolvimento, 1970-1986. São Paulo: Instituto de Química da Universidade de São Paulo, 1987. p.23-27.

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