Centro de Memória

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Criação do Centro de Memória

Autores: Viktoria Klara Lakatos Osorio

Revisores: Marina Mayumi Yamashita

Editores Associados: Leila Cardoso Teruya

Última atualização: 21/07/15

O Centro de Memória do Instituto de Química da USP (CM-IQUSP), uma aspiração antiga de vários membros da comunidade, recebeu o impulso decisivo para a sua criação no segundo semestre de 2011, quando o Instituto tornou-se responsável pela guarda do acervo pessoal do Professor Emérito Paschoal Ernesto Américo Senise, doado pela família após o seu falecimento, ocorrido em 21 de julho daquele ano.

Em reunião do Conselho Técnico Administrativo do Instituto, realizada em 17 de fevereiro de 2012, o então diretor Fernando Rei Ornellas sugeriu a criação de um Centro de Memória, tendo como ponto de partida o acervo de Paschoal Senise. O diretor Ornellas levou essa proposta para discussão na reunião da Congregação no dia 01 de março e aos 03 de abril designou um Grupo de Trabalho (GT) para definir o modelo jurídico do Centro e elaborar o seu regimento interno. O GT ficou assim constituído: Lucio Angnes (coordenador), Iolanda Midea Cuccovia (vice-coordenadora), Célia Maria Motta (secretária), Eric Tavares da Costa, Marina Mayumi Yamashita, Paulo Alves Porto, Shirley Schreier, Silvia Helena Pires Serrano e Viktoria Klara Lakatos Osorio.

O GT reuniu-se pela primeira vez em 17 de abril de 2012, no antigo escritório do Professor Senise, onde ainda estava guardado o seu acervo. Nessa ocasião, a Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas (DBDCQ) apresentou uma proposta de sediar o Centro de Memória, a qual teve grande aceitação. Como a biblioteca é compartilhada por duas instituições, o Instituto de Química (IQ) e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF), a DBDCQ consultou a FCF quanto ao seu interesse em também criar um centro de memória institucional. O diretor da FCF indicou em 11 de maio a professora Primavera Borelli para participar das reuniões do GT do Instituto de Química. Seguiram-se mais cinco reuniões, em algumas das quais também estiveram presentes: Angelo Antonio Alves Correa da Cruz, da chefia técnica da DBDCQ, Sergio Massaro, docente aposentado do IQ e Elisabete Marin Ribas, supervisora técnica do Serviço de Arquivo do Instituto de Estudos Brasileiros.

Em 31 de julho o GT concluiu a redação da proposta do regimento interno, que foi encaminhada ao diretor do IQ. A Congregação do IQ, em sua 346a sessão ordinária, realizada a 30 de agosto de 2012, aprovou por unanimidade a criação do Centro de Memória, bem como o seu Regimento Interno, e indicou três funcionários e quatro docentes para atuarem como membros da Comissão Executiva com um mandato de dois anos. Os representantes da Graduação e da Pós-Graduação foram indicados posteriormente por seus pares.

Paralelamente, a Congregação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas também aprovou a criação do seu centro de memória, com regimento interno semelhante e igualmente a ser instalado no prédio da Biblioteca do Conjunto das Químicas, no campus Butantã da USP.

Em 2012, ao ser lançado o edital “Acervos e Patrimônio Cultural na USP” pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU), a DBDCQ concorreu com um projeto para a readequação do espaço físico no prédio da biblioteca visando a alojar os Centros de Memória da Faculdade de Ciências Farmacêuticas e do Instituto de Química. O projeto foi contemplado e os trabalhos de adaptação do local, no terceiro pavimento do prédio, encontram-se em andamento.

Uma vez instalado, o Centro de Memória do Instituto de Química deverá cuidar do recolhimento, guarda e preservação de documentos que resgatam a história e a trajetória da escola, suas origens e sua identidade, disponibilizando os mesmos para consultas e estudos. Para ser bem sucedido é imprescindível a participação dos que dedicaram ou estão dedicando parte de suas vidas à instituição, sejam professores, alunos ou funcionários, todos os que contribuíram para sua consolidação, vivenciam o momento presente e preparam o seu futuro. A preservação da memória institucional não é uma tarefa que compete exclusivamente ao bibliotecário, arquivista, historiador ou profissional de área técnica ou administrativa. É um trabalho multidisciplinar, um trabalho de todos.

PORTAL LABIQ

Projeto do espaço dos Centros de Memória do Instituto de Química e da Faculdade de Ciências Farmacêuticas no prédio da Biblioteca do Conjunto das Químicas.

 Vista superior.

 Perspectiva da entrada.

 Vista dos acervos da Química e da Farmácia separados por uma divisória.

 Vista da antesala.

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